Tríplice Fronteira

Comunidade, Negócios, Tríplice Fronteira

Diplomacia Cultural: quando a cultura conecta territórios

Descubra como a diplomacia cultural fortalece a integração regional e se torna uma ferramenta estratégica de desenvolvimento sustentável. Antes dos acordos, vêm os encontros, assim como antes dos tratados, vêm as relações. Afinal, a ela nasce dessa compreensão: territórios se conectam primeiro pela cultura, depois pela política. O que é Diplomacia Cultural Antes de tudo, é o uso consciente da cultura — artes, saberes, línguas, tradições e modos de vida — como ferramenta de aproximação entre povos e territórios. Ela constrói confiança, reduz conflitos e cria bases sólidas para cooperação duradoura. Cultura como linguagem universal Na região das Três Fronteiras, a cultura atravessa: Música, gastronomia, artesanato, festas populares e saberes ancestrais criam uma identidade viva, compartilhada. . Diplomacia cultural como estratégia regional Quando valorizada, a cultura: Ela transforma diversidade em potência. Integração começa pelo reconhecimento Não existe integração territorial sem reconhecimento cultural. Afinal, a diplomacia cultural permite que o desenvolvimento regional respeite identidades, histórias e memórias — evitando modelos genéricos e impostos. Em resumo, ela não é adorno institucional, é infraestrutura invisível da integração regional. Porque onde a cultura dialoga, o território coopera.

Diplomacia Cultural: quando a cultura conecta territórios Read Post »

Cidades do Futuro, Negócios, Sustentabilidade, Tríplice Fronteira

Geopolítica Sustentável: quando o território vira estratégia

Entenda o que é geopolítica sustentável e por que o território é o principal ativo estratégico para o futuro das Três Fronteiras. Durante muito tempo, a geopolítica foi associada a disputas, domínios e fronteiras rígidas. Mas o mundo mudou. Afinal, crises climáticas, escassez de recursos, mobilidade humana e transição energética redefiniram o que realmente importa. Hoje, território é estratégia — e sustentabilidade deixou de ser pauta ambiental para se tornar questão geopolítica. O que é Geopolítica Sustentável Geopolítica sustentável é a abordagem que entende que meio ambiente, recursos naturais, cultura, energia, logística e tecnologia são ativos estratégicos para a soberania e o desenvolvimento dos territórios, de fato. Ela propõe, conudo, cooperação em vez de conflito, integração em vez de isolamento e planejamento de longo prazo em vez de respostas imediatistas. Território como ativo estratégico Afinal, territórios ricos em água, biodiversidade, diversidade cultural e capacidade de inovação têm um papel central no cenário global. A região das Três Fronteiras reúne: Ignorar essa complexidade é abrir mão de protagonismo. . Sustentabilidade como vantagem geopolítica Quando um território investe em: Afinal, ele aumenta sua resiliência econômica, sua segurança territorial e sua capacidade de cooperação internacional. Sustentabilidade passa a ser vantagem competitiva. . O papel das Três Fronteiras Dessa forma, a região pode se tornar um laboratório vivo de geopolítica sustentável, mostrando que integração territorial é mais eficaz do que disputas por recursos. Aqui, água, energia, turismo, cultura e logística pedem soluções conjuntas — não isoladas. Geopolítica sustentável não é ideologia.É inteligência territorial aplicada ao futuro. Porque quem entende o território como estratégia, lidera o próximo ciclo de desenvolvimento.

Geopolítica Sustentável: quando o território vira estratégia Read Post »

Cidades do Futuro, Tríplice Fronteira

Território não é fronteira: integração como estratégia de futuro

Porque pensar o território além das fronteiras políticas é essencial para o desenvolvimento sustentável e integrado das Três Fronteiras. . Mapas mostram linhas. Territórios mostram fluxos. Afinal, águas não pedem passaporte, culturas não respeitam aduanas e economias locais não param na fronteira. Ainda assim, insistimos em planejar o futuro como se o território fosse estático. Por isso, pensar integração como estratégia é romper com essa lógica. . Simulação do Teleférico Trinacional . Território é um organismo vivo Um território vivo é feito de: Porque nas Três Fronteiras, essa vida pulsa diariamente, apesar das barreiras institucionais. . Fronteiras políticas x realidades territoriais As fronteiras cumprem funções administrativas. Mas quando se tornam barreiras absolutas, travam: Afinal, a integração regional surge como resposta prática à realidade do território. . Simulação do Anel Viário Trinacional . Integração como estratégia de futuro Integrar não é diluir identidades.É potencializá-las. Quando territórios cooperam: A integração vira vantagem competitiva e ambiental. . O papel da região trinacional As Três Fronteiras, no entanto, podem se tornar um laboratório vivo de integração sustentável, onde políticas públicas, inovação tecnológica e diplomacia cultural caminham juntas. Esse futuro não nasce do improviso, mas de planejamento territorial inteligente. Simulação de um dos Parques Urbanos . Território não é fronteira, mas sim relação, fluxo e pertencimento. E o futuro pertence a quem aprende a integrar antes de separar.

Território não é fronteira: integração como estratégia de futuro Read Post »

Tríplice Fronteira

O que é Desenvolvimento Regional Integrado e por que ele redefine as Três Fronteiras

Entenda o que é Desenvolvimento Regional Integrado e como ele pode redefinir o futuro sustentável da região das Três Fronteiras. . Durante décadas, o desenvolvimento regional foi tratado como um conjunto de políticas isoladas, quase sempre limitadas por fronteiras administrativas. No entanto, territórios vivos não funcionam assim. Afinal, na região das Três Fronteiras — Argentina, Brasil e Paraguai, os fluxos de água, pessoas, cultura, economia e biodiversidade ignoram linhas no mapa. É nesse contexto que surge o Desenvolvimento Regional Integrado como uma nova lógica de futuro, de fato. . O que é Desenvolvimento Regional Integrado Desenvolvimento Regional Integrado é uma abordagem estratégica que considera o território como um sistema interconectado. Porque ele articula economia, meio ambiente, cultura, mobilidade, energia, tecnologia e governança, ultrapassando limites políticos para gerar soluções compartilhadas. Não se trata apenas de crescer, mas de crescer junto, respeitando vocações locais, recursos naturais e identidades culturais. . Por que o modelo tradicional não funciona mais Modelos fragmentados geram: Na região trinacional, afinal, isso se traduz em gargalos logísticos, pressões ambientais e oportunidades perdidas de cooperação. O Desenvolvimento Regional Integrado surge como resposta a essa complexidade. . As Três Fronteiras como território estratégico A região das Três Fronteiras é: Em suma, integrar esse território significa alinhar políticas públicas, iniciativas privadas e ações comunitárias em torno de uma visão comum de sustentabilidade e prosperidade compartilhada. . Desenvolvimento integrado é estratégia, não discurso Quando bem implementado, ele: Mais do que um conceito, é uma estratégia geopolítica sustentável. . O futuro das Três Fronteiras Redefinir as Três Fronteiras passa por enxergá-las não como bordas, mas como zonas de encontro, inovação e regeneração. O Desenvolvimento Regional Integrado aponta para um futuro onde o território deixa de ser problema e passa a ser solução. . Desenvolver não é separar, mas sim integrar inteligentemente. E nas Três Fronteiras, essa integração não é uma opção — é o caminho natural do território.

O que é Desenvolvimento Regional Integrado e por que ele redefine as Três Fronteiras Read Post »

Mercosul, Tríplice Fronteira

Iguassu Aguas Grandes no II Simpósio de Integração Sul-Americana

O Projeto Iguassu Aguas Grandes espera ser reconhecido como Marco Lógico, Estratégico e Fundante Para o Desenvolvimento Integrado e Auto Sustentável da Região Trinacional entre Argentina Brasil e Paraguai Os Empresários Arquitetos e Urbanistas Iguaçuences Nilso Raffagnin, ele brasileiro, e Mariam Jadiyi Damen Barudi Rafagnin, ela paraguaia, apresentaram o Projeto Iguassu Aguas Grandes junto à comunidade científica e importantes autoridades presentes entre os dias quarta-feira (8) e sábado (11) de outubro de 2025 nesse último fim de semana no Campus Integração da UNILA: Universidade Federal Latinoamericana junto ao 2º. Simpósio Internacional que tratou de debater a respeito dos grandes desafios e oportunidades na implantação das Rotas do Desenvolvimento da América do Sul, principalmente as Rotas da Integração entre os Oceanos Atlântico e Pacífico para a Integração Sul-Americana a fim de assegurar um mais rápido, eficiente, econômico e sustentável sistema de escoamento de nossa produção Sul-Americana junto aos mercados mundiais.  O 2º. Simpósio Internacional sobre as Rotas de Integração Sul-Americana (SIRISA) realizado na UNILA em Foz do Iguaçu-BR neste final de semana se revestiu de grande  importância em razão de estar se obedecendo ao mandato do Consenso de Brasília, em que, a convite do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reuniram-se em 30 de maio de 2023 os 12 Presidentes de nossos países Sul-Americanos e estabeleceram consenso determinando nossos Presidentes que se definam ações estratégicas concretas para uma maior e mais ágil cooperação e integração Sul-Americana. No 2º. Simpósio em oportunidade oferecida pelo Ministério de Planejamento e Orçamento Brasileiro e pela UNILA ao Projeto Iguassu Aguas Grandes espera-se com seu valor inovador e agregador, em cooperação com os entes confederados da comunidade científica, governos e sociedade civil do Cone Sul de nosso Continente Sul-Americano seja o Projeto oficialmente reconhecido nos estados nacionais e subnacionais pertinentes como ”Marco Lógico, Estratégico e Fundante na busca do Desenvolvimento Integrado e Auto Sustentável da Região Trinacional entre Argentina Brasil e Paraguai”.  Evidentemente, em razão da magna importância desse 2º. Simpósio para Integração Sul-Americana o evento na UNILA: Universidade Federal Latinoamericana realizado em Foz do Iguaçu-BR nesse último fim de semana contou com a presença e coordenação de altas autoridades do Ministério de Planejamento e Orçamento Brasileiro sob a coordenação de Embaixadores do Palácio do Itamaraty, o Ministério das Relações Exteriores da República Federativa do Brasil. Foram fundamentais ainda as participações de uma ampla gama de outros atores e setores governamentais desde o  Ministério dos Povos Indígenas à coordenação das Aduanas pela Receita Federal, migrações pela Polícia Federal, trânsito pela Polícia Rodoviária Federal e demais setores estratégicos de governo tendo sido o Simpósio organizado pela UNILA, auxiliada pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Fundação Araucária, a Associação Brasileira de Relações Internacionais, o Napi Trinacional e a Rede de Especialistas em Paradiplomacia e Internacionalização Territorial. IGUASSU AGUAS GRANDES: PLATAFORMA LOGÍSTICA E TURÍSTICA DE ESCALA CONTINENTAL Os Empresários Arquitetos e Urbanistas Iguaçuenses procuraram sensibilizar as autoridades nacionais e a comunidade científica internacional presente defendendo o consenso para implantação dessa mega estrutura em 05 anos, até 2030, através de uma Parceria Público Privada Trinacional, juntamente com nossos governos, mais nossas empresas locais conformada pelos três países em um consórcio com grandes operadores de turismo e infraestrutura de classe mundial visando atingir os Objetivos e Metas do Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU até 2030.  Concebido o empreendimento trinacional como uma Plataforma Multimodal para o Desenvolvimento Sustentável entre Argentina Brasil e Paraguai que vem sendo apresentado ao debate junto à comunidade regional fronteiriça desde 1988, período anterior à Assinatura do Tratado de Assunção que originou o Mercosul, de 1991, antes mesmo da Assinatura do Tratado de Maastricht de 1992 que originou a União Europeia, com essa apresentação os Empresários Arquitetos e Urbanistas proponentes e autores do Projeto almejam alcançar o Consenso no âmbito Trinacional para que o Iguassu Aguas Grandes, sob a liderança e Presidência Pró Têmpore Brasileira, já na próxima Reunião de Cúpula de nossos Presidentes, seja o Projeto Iguassu Aguas Grandes incorporado à Pauta de Prioridade do Mercosul e nos Planos Diretores dos Municípios de Puerto Iguazú-AR, Foz do Iguaçu-BR, Hernandarias-PY, Ciudad del Este-PY, Ciudad Presidente Franco-PY e Minga Guazú-PY. “O Iguassu Aguas Grandes irá colocar em marcha um Novo Mercosul realizando um nexo harmonioso dos nossos três grandes aeroportos internacionais existentes em nossa zona trinacional lincando esses três grandes aeroportos com o futuro Corredor Rodo-Ferroviário Bioceânico mais a Hidrovia da Bacia do Rio da Prata. O PARQUE TURÍSTICO TRINACIONAL conectando los três países com teleféricos está proposto para estar pronto entre 2(dois) e 4(quatro) anos, e 05 anos, economizando US$ 1,5 bilhão e meio de dólares com a dispensa da necessidade de se construir as eclusas de Itaipu a partir da construção do ANEL VIÁRIO METROPOLITANO TRINACIONAL com um caráter multimodal. Sempre com a mais ampla participação da sociedade civil e governos pertinentes. Respetando nossa cultura local e o meio ambiente”. Concluiu o arquiteto Rafain.

Iguassu Aguas Grandes no II Simpósio de Integração Sul-Americana Read Post »