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Cidades do Futuro, Comunidade, Negócios, Sustentabilidade, Tríplice Fronteira, Turismo Sustentável

Gestão Compartilhada Entre Três Países

Existe um parque, na Tríplice Fronteira, que já prova que natureza não reconhece fronteira. Inegavelmente, falamos das Cataratas do Iguaçu que se estendem por 2.700 metros, sendo 800 metros do lado brasileiro e 1.900 do lado argentino. Uma única paisagem, dividida por uma linha que só existe no mapa. É esse espírito que inspira o Parque Turístico Trinacional proposto pelo IAG, mas com um diferencial: sua gestão foi planejada para ser compartilhada, seguindo um modelo já testado em outras partes do mundo. . O modelo por trás do Parque Turístico Trinacional Um dos maiores exemplos globais de gestão compartilhada de espaço público é o Central Park, em Nova York. Nas décadas de 1960 e 1970, o parque enfrentou abandono e degradação por falta de recursos públicos. A solução veio por meio da Central Park Conservancy, uma organização sem fins lucrativos criada em parceria público-privada com a prefeitura. Hoje, no entanto, essa parceria já investiu mais de US$ 875 milhões no parque ao longo de 36 anos, sendo responsável por cerca de 83,5% do orçamento anual e por 80,7% da equipe de manutenção. O Parque Turístico Trinacional foi planejado com essa mesma lógica. Unir recursos públicos dos três países a investimentos e parcerias privadas, e dessa forma, garantir manutenção de longo prazo sem depender de um único orçamento governamental. . ESG como parte do planejamento, não como discurso Do lado brasileiro, o Parque Nacional do Iguaçu — gerido pelo ICMBio — já opera com transporte interno por ônibus panorâmicos, reduzindo a circulação de veículos particulares e limitando emissões dentro da unidade de conservação. Esse tipo de decisão, de fato, é parte central de qualquer estratégia sólida de ESG: governança compartilhada (o “G”), impacto social por meio do acesso público ao território (o “S”), e conservação ambiental ativa (o “E”). Por isso, o Parque Turístico Trinacional nasce já incorporando esses três pilares, em vez de tratá-los como adição posterior. . Convivência entre três administrações, um só território Diferente de outros projetos do IAG, como o Teleférico Trinacional, o Parque Turístico Trinacional não é sobre deslocamento, é sobre permanência. A gestão compartilhada entre Brasil, Argentina e Paraguai, somada a parcerias privadas nos moldes da Central Park Conservancy, permite manter um padrão único de conservação e experiência do visitante, mesmo atravessando três administrações públicas diferentes. . Um espaço para os três países, ao mesmo tempo O Parque Turístico Trinacional representa a face mais simbólica dos projetos do IAG: um lugar que não pertence a nenhum dos três países isoladamente, mas aos três ao mesmo tempo e sustentado por um modelo de gestão que já provou funcionar em outras partes do mundo. . Continue explorando Leia também: Fonte recomendadaICMBio – Parque Nacional do IguaçuCentral Park Conservancy Sobre o Iguassu Aguas GrandesO Iguassu Aguas Grandes promove reflexões sobre cidades inteligentes, sustentabilidade, inovação, mobilidade, biodiversidade e desenvolvimento regional integrado na Tríplice Fronteira. Acreditamos que compreender as conexões entre natureza, território e sociedade é essencial para construir futuros mais resilientes e regenerativos. . Compartilhe:

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Teleférico Trinacional: a Conexão Aérea que Une Três Países

Conectar três países por uma linha aérea pode parecer ambicioso, mas não é inédito. Sistemas de teleférico urbano já provaram, em outras regiões, que esse modelo funciona, e é exatamente essa lógica que inspira o teleférico trinacional proposto pelo IAG para a Tríplice Fronteira. O teleférico trinacional como resposta a um desafio geográfico Cidades cortadas por rios, morros ou vales enfrentam um desafio comum: conectar pontos que, por terra, exigem trajetos longos e indiretos. O Metrocable de Medellín, por exemplo, na Colômbia, é a referência mais conhecida da América Latina, inaugurado em 2004, o sistema aproximou regiões antes isoladas do centro urbano, reduzindo drasticamente o tempo de deslocamento da população. O projeto serviu de inspiração direta para outras iniciativas, como o Teleférico do Alemão, no Rio de Janeiro. O teleférico trinacional segue essa mesma lógica, mas aplicada a uma escala ainda mais ambiciosa: conectar não bairros, e sim países inteiros. . Mobilidade, turismo e símbolo territorial Antes de tudo, além da função prática de mobilidade, o teleférico trinacional carrega um peso simbólico forte: sobrevoar a fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai reforça visualmente a ideia de território compartilhado que já discutimos no artigo sobre integração territorial na Tríplice Fronteira. Do ponto de vista turístico, a experiência de atravessar três países literalmente por cima das fronteiras tem potencial para se tornar, por si só, um atrativo internacional. Teleférico de Medellín . Um modelo com casos comprovados Por isso, experiências como a de Medellín mostram que sistemas de teleférico urbano, quando bem planejados, entregam resultados concretos: redução de tempo de viagem, menor emissão de poluentes em comparação a veículos convencionais, e ampliação do acesso a áreas antes isoladas. Similarmente, o teleférico trinacional parte dessa mesma base, adaptando o conceito para conectar três nações através de uma única linha aérea. . Continue explorando Leia também: Fonte recomendadaONU-Habitat BrasilMetrô de Medellín – Sistema Integrado de Transporte (SITVA) Sobre o Iguassu Aguas GrandesO Iguassu Aguas Grandes promove reflexões sobre cidades inteligentes, sustentabilidade, inovação, mobilidade, biodiversidade e desenvolvimento regional integrado na Tríplice Fronteira. Acreditamos que compreender as conexões entre natureza, território e sociedade é essencial para construir futuros mais resilientes e regenerativos. . Compartilhe:

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Iguassu Aguas Grandes
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Território, Não Fronteira: A Visão por Trás dos Projetos do IAG

Conheça a visão de território integrado por trás dos projetos do Iguassu Aguas Grandes na Tríplice Fronteira: mobilidade, turismo e conexão regional. Duas formas de ver a mesma região A escritora Anaïs Nin resumiu bem uma ideia que também vale para o planejamento urbano: não vemos o mundo como ele é, vemos como somos. Diante da Tríplice Fronteira, existem duas formas possíveis de olhar. Uma enxerga limites, três países, três administrações, três lógicas separadas. Outra enxerga a integração territorial na tríplice fronteira como um caminho natural, já que rios e não fronteiras separam essa região. É dessa segunda forma de olhar que nascem os projetos do Iguassu Aguas Grandes. . Mobilidade como conexão, não como obra isolada O Anel Viário Metropolitano e o Circuito Cicloviário Trinacional partem do mesmo princípio: mobilidade urbana não deveria parar numa linha de fronteira. Enquanto o anel viário organiza o fluxo de veículos entre os três países, o circuito cicloviário propõe uma alternativa mais leve, conectando bairros, centros urbanos e pontos turísticos por vias dedicadas a ciclistas. Além disso, esse tipo de infraestrutura dialoga diretamente com o pensamento de ciclo de vida, tema que já exploramos em outro artigo, afinal, escolhas de mobilidade também carregam origem e destino. Organismos como a ONU-Habitat já reforçam, em diferentes contextos latino-americanos, a importância de um planejamento urbano integrado ao desenvolvimento territorial regional. Essa é, portanto, a mesma lógica que orienta esses dois projetos. . Conectar por cima do território O Teleférico Trinacional propõe algo mais simbólico: uma conexão aérea entre os três países, literalmente por cima das fronteiras. Dessa forma, além da função de mobilidade e turismo, o projeto reforça visualmente a mensagem central do IAG, a de que essa região pode ser atravessada, vista e vivida como uma coisa só. Assim como discutimos no artigo sobre mentalidade, ação e escolha, pequenas mudanças de perspectiva costumam abrir caminho para grandes transformações territoriais. . Território que também se visita O Parque Turístico Trinacional fecha esse conjunto de projetos como um espaço de convivência entre os três países, pensado para ser vivido em conjunto, não em paralelo. Estudos de desenvolvimento regional, como os produzidos pelo IPARDES no Paraná, contudo, mostram como investimentos em infraestrutura turística e de mobilidade têm impacto direto no crescimento econômico regional. Ou seja, a integração territorial na tríplice fronteira não é apenas simbólica: ela também tem efeito concreto sobre a economia local. . A forma como escolhemos ver No fim, cada um desses projetos responde à mesma pergunta: essa região continua sendo vista como três pedaços separados, ou como um território só? O IAG já escolheu sua resposta, e ela está desenhada em estrada, teleférico, ciclovia e parque, prova concreta de que integração territorial também se constrói, projeto por projeto. . Continue explorando Leia também: Fonte recomendada ONU-Habitat BrasilIPARDES – Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social Sobre o Iguassu Aguas GrandesO Iguassu Aguas Grandes promove reflexões sobre cidades inteligentes, sustentabilidade, inovação, mobilidade, biodiversidade e desenvolvimento regional integrado na Tríplice Fronteira. Acreditamos que compreender as conexões entre natureza, território e sociedade é essencial para construir futuros mais resilientes e regenerativos. Compartilhe:

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Atencao motorista Jogar lixo pela janela do carro da multa
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O que acontece com aquilo que descartamos?

Você sabe para onde vai aquilo que descartamos? Entenda como resíduos, economia circular e consumo consciente influenciam o futuro das cidades e dos territórios sustentáveis. O planeta tem um “lado de fora”? Todos os dias descartamos alguma coisa. Uma embalagem vazia. Um aparelho eletrônico antigo. Um copo descartável. Restos de alimentos. Fazemos isso quase sem pensar. Afinal, basta colocar algo na lixeira para que desapareça da nossa rotina. Mas será que desaparece mesmo? Essa é uma das perguntas mais importantes para quem deseja compreender os desafios ambientais do século XXI. Afinal, aquilo que chamamos de lixo não deixa de existir quando é descartado. Na verdade, ele apenas inicia uma nova jornada. Por isso, compreender o destino dos resíduos é um passo fundamental para construir cidades mais inteligentes, territórios mais sustentáveis e uma relação mais equilibrada com os recursos naturais. . O problema não começa no descarte Muitas vezes, associamos a questão ambiental apenas ao momento em que jogamos algo fora. Entretanto, o impacto começa muito antes. Cada produto consumido exige extração de matérias-primas, uso de energia, transporte, processamento industrial e distribuição. Depois do consumo, uma nova etapa surge: o descarte. Quando esse ciclo não é planejado adequadamente, os resíduos acabam sobrecarregando aterros sanitários, contaminando rios, afetando a biodiversidade e contribuindo para emissões de gases de efeito estufa, de fato. Portanto, o desafio não está apenas em descartar corretamente, mas também em repensar todo o ciclo de vida dos produtos. . Economia circular: uma nova forma de enxergar os resíduos Durante muito tempo, a economia foi baseada em um modelo simples: extrair, produzir, consumir e descartar. Hoje, esse sistema mostra sinais claros de esgotamento. É justamente nesse contexto que surge a economia circular. Ao contrário do modelo linear tradicional, a economia circular busca manter materiais, produtos e recursos em circulação pelo maior tempo possível. Dessa forma, reduz-se a necessidade de extrair novas matérias-primas e diminui-se a geração de resíduos. Na natureza, esse conceito já existe há milhões de anos. Porque folhas caem, se decompõem e retornam ao solo como nutrientes. Nada é desperdiçado. Tudo se transforma. Talvez exista uma importante lição para as cidades nesse processo. . Por que isso importa para as cidades do futuro? As cidades concentram pessoas, infraestrutura, consumo e geração de resíduos. Ao mesmo tempo, são os espaços onde as soluções podem gerar maior impacto positivo. Quando princípios da economia circular são incorporados ao planejamento urbano, diversos benefícios podem ser observados: Além disso, cidades mais eficientes tendem a ser mais resilientes diante dos desafios climáticos e econômicos das próximas décadas. . O que a Tríplice Fronteira pode ensinar? A região da Tríplice Fronteira possui uma característica estratégica: a conexão entre territórios, culturas e sistemas econômicos. Nesse contexto, pensar sustentabilidade significa compreender que os impactos também ultrapassam fronteiras. Afinal, um resíduo descartado incorretamente pode atingir rios, ecossistemas e comunidades muito além do local onde foi gerado. Por outro lado, soluções circulares podem fortalecer cadeias produtivas, estimular inovação e criar novas oportunidades para o desenvolvimento regional sustentável. Assim como a água conecta territórios, os resíduos também revelam o quanto nossas escolhas estão interligadas. . O futuro talvez não esteja em descartar melhor Durante décadas, fomos ensinados a pensar apenas no destino final dos resíduos. No entanto, a pergunta mais importante talvez seja outra. E se o desafio não for descartar melhor, mas gerar menos resíduos desde o início? Essa mudança de mentalidade representa um dos pilares da economia circular. E então, em vez de perguntar “onde jogar fora?”, passamos a perguntar: A partir dessa perspectiva, aquilo que antes era considerado lixo passa a ser visto como valor. . Existe “jogar fora”? Talvez não. Porque o planeta não possui um lado de fora. Tudo aquilo que consumimos continua existindo em algum lugar. Por isso, as escolhas feitas por indivíduos, empresas e cidades influenciam diretamente a qualidade ambiental dos territórios e o bem-estar das futuras gerações. A boa notícia é que cada decisão também pode fazer parte da solução. E talvez o futuro das cidades sustentáveis comece justamente quando entendemos que resíduos não desaparecem. Eles apenas mudam de lugar. . Continue explorando Leia também: . Fonte recomendada Para aprofundar o tema da economia circular: World Economic Forum – Circular Economyhttps://www.weforum.org Ellen MacArthur Foundationhttps://www.ellenmacarthurfoundation.org . Sobre o Iguassu Aguas Grandes O Iguassu Aguas Grandes promove reflexões sobre cidades inteligentes, sustentabilidade, inovação, mobilidade, biodiversidade e desenvolvimento regional integrado na Tríplice Fronteira. Acreditamos que compreender as conexões entre natureza, território e sociedade é essencial para construir futuros mais resilientes e regenerativos.

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Aventuras na Floresta Amazonica edited
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Turismo sustentável e regenerativo: qual a diferença?

Entenda as diferenças entre turismo sustentável e turismo regenerativo e por que esses conceitos são fundamentais para o futuro dos territórios e destinos turísticos. . O futuro do turismo talvez não seja apenas viajar mais Viajar sempre foi uma forma de descobrir novos lugares, culturas e experiências. Porém, nos últimos anos, uma pergunta começou a ganhar força dentro do turismo global: Qual impacto estamos deixando nos territórios que visitamos? O crescimento acelerado do turismo trouxe benefícios econômicos importantes para diversas regiões do mundo, mas também gerou desafios ambientais, culturais e urbanos. Em muitos destinos, o excesso de visitantes passou a pressionar ecossistemas, descaracterizar culturas locais e aumentar impactos ambientais, de fato. É nesse contexto que conceitos como turismo sustentável e turismo regenerativo começaram a ganhar relevância, afinal. Embora pareçam semelhantes, eles possuem diferenças importantes — e compreender isso talvez seja essencial para o futuro do turismo. . O que é turismo sustentável? O turismo sustentável busca reduzir impactos negativos causados pela atividade turística, por isso, a proposta é criar experiências mais equilibradas ambientalmente, socialmente e economicamente. Na prática, isso significa: Porque o objetivo é permitir que destinos turísticos continuem existindo sem comprometer seus ecossistemas, comunidades e características naturais ao longo do tempo. Em outras palavras, o turismo sustentável procura causar menos dano. LEIA TAMBÉM: Turismo regenerativo na Tríplice Fronteira . O que é turismo regenerativo? O turismo regenerativo vai além da ideia de apenas reduzir impactos. Assim, ele propõe que o turismo também possa gerar benefícios positivos para os territórios. Nesse modelo, viajar deixa de ser apenas consumir um destino e passa a ser uma forma de fortalecer: Mais do que “não prejudicar”, o turismo regenerativo procura contribuir ativamente a fim de melhorar os lugares visitados. Isso pode acontecer através de experiências culturais responsáveis, incentivo à economia local, proteção ambiental e conexão mais profunda entre visitantes e território. 🌿 A lógica muda:não basta apenas preservar.É preciso regenerar. . Qual a principal diferença? A diferença central entre os dois conceitos está no impacto gerado. O turismo sustentável busca equilíbrio e redução de danos. O turismo regenerativo procura deixar um legado positivo. Enquanto um tenta minimizar impactos negativos, o outro busca restaurar conexões entre natureza, cultura, pessoas e território. Na prática, os dois modelos podem coexistir — e provavelmente precisarão coexistir no futuro das cidades e destinos turísticos. . Turismo consciente também é sobre pertencimento Territórios naturais e culturais não são apenas cenários para fotografias. Eles carregam histórias, biodiversidade, identidade e modos de vida que precisam ser respeitados. Por isso, o futuro do turismo talvez esteja menos no excesso e mais na consciência. Viajar de forma mais consciente significa compreender limites, valorizar culturas locais e reconhecer que cada escolha feita por visitantes também gera impactos reais no território. Mais do que acumular destinos, talvez as viagens mais importantes sejam aquelas que transformam a forma como enxergamos o mundo. . A Tríplice Fronteira e o potencial do turismo consciente A região trinacional reúne biodiversidade, culturas, paisagens naturais e experiências únicas conectadas pelo território. Esse potencial faz da região um espaço estratégico para discutir novas formas de turismo mais equilibradas e sustentáveis. Cataratas, rios, florestas, gastronomia, mobilidade e integração cultural mostram que turismo e preservação podem caminhar juntos quando existe planejamento, consciência e valorização do território. Nesse cenário, o turismo do futuro talvez não seja apenas sobre visitar lugares. Talvez seja sobre aprender a pertencer a eles — mesmo que por pouco tempo. . Este conteúdo faz parte da missão do Iguassu Aguas Grandes de promover um novo olhar sobre o território, conectando sustentabilidade, cultura, inovação e desenvolvimento regional na Tríplice Fronteira. Conheça mais sobre essa visão e acompanhe os próximos conteúdos do IAG. . Compartilhe:

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